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Infidelidade


A vida é curta. Curta um caso

Infidelidade. Ter um caso. Estar com mais de um parceiro nem sempre foi algo mal visto socialmente. Era uma forma de vida para os humanos do paleolítico, primeiros europeus e sociedades árticas.

À medida que os séculos passaram, os europeus modernos e os valores da igreja forçaram a monogamia. Parcerias foram feitas para uma segurança familiar, social e financeira, filhos, para fundir fortunas e para construir reinos. Se o amor acontecesse, era apenas uma cereja no bolo.

Mas nós não somos criaturas monogâmicas, então talvez seja hora de mudar os parâmetros, questionar o casamento tradicional e os papéis sociais, particularmente os papéis das mulheres.

A infidelidade é uma parte comum da vida, com estatísticas mostrando que algo entre 20 e 50% dos homens e 15 a 30% das mulheres(1) estão pulando fora dos seus relacionamentos principais.

A história da palavra

A palavra infidelidade como uma palavra cotidiana no inglês e francês tem sido usada desde o século XIV. Ela vem do francês antigo infidelite, e das palavras latinas infidelitas e infidelis "não fiel".(2)

Definida, é uma "falta de fé ou constância, esp. fidelidade sexual"(2); "falta de fé religiosa; descrença"(3); "um ato ou instância de deslealdade".(3)

Nos anos 1400, ela era usada para descrever falta de fé religiosa. Mas no início do século XV, assumi o significado de "infiel"(2), e no século XVI, a palavra começou a ser usada como é usada hoje(2), para referenciar ações contra um amante ou cônjuge, a "...ação ou estado de ser infiel a um cônjuge ou outro parceiro sexual."(4)

Infidelidade - mais complicado do que você imagina

"Infidelidade" e "traição" têm sido usadas indistintamente desde os anos 1930(5). Contudo, enquanto são a mesma coisa, também não são. Ambas são usadas para descrever um caso, sexo ou emoção. E para deixar as coisas ainda mais complicadas, também a palavra "adultério". Mas todas são bem diferentes.

Trair é um instinto humano muito básico. Todos nós traímos, mas nem todos nós temos casos. "Trair" é mais do que sexo e emoção. As pessoas traem para sair na frente, tirar vantagem, estejam certas ou erradas(6). Trair pode ser celebrado e pode ser ignorado. A cultura pop pode nos fazer torcer quando o mocinho ganha do vilão. Na literatura, Robin Hood é a desgraça dos ricos e um herói dos pobres. E, assim como as pessoas que traem, ele é feito para parecer uma pessoa má, mas não é. Quando você trai, você pode conseguir o que quer ou precisa, ou escapar de algo que não quer.

A palavra "adultério" é usada mais como um termo jurídico, e é usada quando o caso é falado em convenções pré-concebidas religiosas, sociais, jurídicas ou morais(7). É infidelidade e é como traição no sentido carnal. Nenhuma emoção real, só sexo. É a forma como a infidelidade é descrita quando você vai para o tribunal de divórcio, ou quando recebe uma repreensão de alguém que desaprova.

Infidelidade, contudo, é uma traição da confiança num nível emocional, físico e social(5). Isso pode significar se conectar com alguém num nível que seja inaceitável ao seu parceiro. A infidelidade pode ser traição, e a infidelidade é Adultério, mas vai além das ramificações carnal e jurídica e da postura moral.

Por que fazemos isso?

A infidelidade é complicada. É culpa. É racionalização. É desespero. E está por todo lado.

As pessoas não se afastam de propósito; normalmente tem um motivo maior pelo qual alguém age sem considerar as consequências. Na realidade, normalmente tem a ver com a pessoa que está se afastando.

Não é apenas sexo. Uma pesquisa diz que 92% dos homens que têm casos não fazem isso pelo sexo.(8) É porque não se sentem conectados à sua parceira. O afeto acabou. E, apesar de o sexo ser uma grande parte da infidelidade, trata-se de conexão.

Talvez não estejamos mais apaixonados pelo nosso parceiro, e ficamos porque é mais fácil do que sair. Ou talvez estejamos felizes - 56% dos homens casados(9) e 34% das mulheres casadas(9) são felizes nos seus relacionamentos.

Também tem o argumento da genética. O receptor de dopamina D4, que é voltado para os prazeres do corpo e da alma, pode estar conectado à nossa necessidade de ter um caso.(1) Talvez nós possamos amar uma pessoa, como as pessoas felizes no casamento mostraram, e estarmos atraídos sexualmente por outra pessoa.

Deixar de amar, as diferenças nas necessidades dos sexos, um parceiro que trabalha demais, que gasta tempo demais com as crianças, um casamento sem sexo entediante, casamento abusivo, casamento emocionalmente doloroso - há muitos motivos para trair.

Aqui estão os principais motivos pelos quais as pessoas se afastam:

  1. Você só não está mais tão a fim do seu parceiro

    Você pode ter deixado de amar o seu parceiro, você e/ou seu cônjuge não gostam tanto um do outro, e você só está no relacionamento por comodidade. Talvez você tenha medo de sair, ou não queira ficar só.(10) À medida que você deixa de amar, você busca por afeto em outro lugar.

  2. Seu parceiro não está por perto (10)

    A ausência às vezes não faz o coração ficar mais apaixonado. Se o seu cônjuge não estiver presente quando for necessário, física ou emocionalmente, então você poderia terminar encontrando alguém que estará.

  3. Você está num casamento sem sexo

    Com o passar do tempo, a energia sexual muda num relacionamento, e o que um dia foi sensual e agitado agora ficou chato, maçante e insatisfatório. Procurar por uma nova energia, um conserto, fora do relacionamento não é tão incomum. Nós podemos precisar explorar quem somos, desafiar a nós mesmos e nos agradar num novo relacionamento desconhecido, com alguém que não seja o nosso parceiro.

    Ter um caso extraconjugal num casamento sem sexo pode não ser uma coisa ruim. Você consegue viver a sua paixão, e ainda ter aquele porto seguro em casa (talvez até melhorando o seu casamento). Nós somos, afinal de contas, criaturas sexuais.

  4. Um caso por afeto, amizade

    De acordo com uma das pesquisas de Ashley Madison, "afastar-se para ficar" é bem comum.

    Quando perdemos contato com o nosso amado, ficamos tristes, nós nos sentimos indesejados e sem atenção, e então a raiva e o ressentimento se instalam.

    Nós nos afastamos. Um amigo ou colega de trabalho pode se tornar um aliado, um amigo e, finalmente, um amante. A pessoa se torna um parceiro, uma pessoa em quem confiamos, emocional e sexualmente.

    Esta conexão com alguém diferente do nosso parceiro pode fortalecer um casamento. Amor é uma emoção forte, e as pessoas ficam em casamentos infelizes por muitos motivos, muitos dos quais não são visíveis para outros de fora do relacionamento.

  5. Um caso para fugir da realidade

    Poucas coisas neste mundo são preto e branco, e a infidelidade tem muitas áreas cinzas. Não é tão simples quanto se imagina. Um caso, muitas vezes, é uma reação a um relacionamento que já está nas últimas.

    Você se sente preso, e pode pensar que isso é o melhor que você consegue. Entrar no mundo dos encontros adultos para encontrar outro relacionamento que faça você feliz novamente não é incomum, especialmente para mulheres.

Um caso para si

Casos podem ser jornadas de autoconhecimento. A infidelidade nem sempre se trata de um relacionamento ruim; trata-se da pessoa que está tendo o caso.

A mediocridade e a insatisfação de uma vida que pode ser cheia de arrependimento ou oportunidades perdidas podem levar alguém a seguir um caminho diferente.

Ter um amante pode dar a você algum controle sobre a sua vida. As pessoas pesquisadas por Ashley Madison disseram que casos as tornaram "mais vivas". Elas estão traindo seus parceiros, mas não a si mesmas.

Alguns fatos numéricos sobre a infidelidade

Uma pesquisa de Ashley Madison mostrou que trair atendia às necessidades emocionais. Dos 2018 participantes da pesquisa recente de Ashley Madison, a infelicidade emocional e querer alguém para cuidar era o motivo principal para se ter um caso.

61% dos participantes disseram que traíram pelo sexo.(11) Eles estavam mais interessados em ter um encontro discreto. Deste número, 76% disseram que o caso deles atendia às suas necessidades sexuais.(11)

    Sempre se pensou que as mulheres que traíam estavam procurando alguma conexão emocional. A realidade é que:
  1. 43% das mulheres disseram que queriam algo físico.(12)
  2. 5% estavam atraídas à pessoa por causa da sua inteligência.(12) O parceiro do caso geralmente era mais bem educado do que o seu cônjuge ou pessoa amada.
  3. 48% disseram obter mais afeto com o seu caso do que com o seu cônjuge ou pessoa amada.(13)
  4. 42% alegaram ser pela amizade(13) de alguém que não era seu cônjuge ou pessoa amada e 37% por necessidades emocionais.(11)
  5. 54% das mulheres tiveram o seu primeiro caso depois de terem filhos. À medida que as mulheres caem no papel doméstico, elas ficam entediadas ao cuidar das suas famílias.(12)


  6. E algo interessante:
  7. Aproximadamente 10% dos novos pais traem as suas parceiras grávidas, principalmente por causa que estão fazendo menos sexo.(14)
  8. Das pessoas que estavam tendo casos, 54% dos pesquisados não querem deixar os seus parceiros(13), e querem algo temporário e divertido. Em torno de metade deles, 51%, dizem que um caso dá um novo vigor para eles.(13) 50% dizem que só querem sexo.(13)
  9. 55% dos homens pesquisados pensou sobre trair, e 44% tiveram um caso.(15) 39% das mulheres pesquisadas traíram, e 35% pensou nisso.(12)

Com quem as pessoas traem e por quê?

A pesquisa de Ashley Madison perguntou às mulheres e aos homens com quem eles traem. Enquanto que alguns tem apenas uma noite de amor, é mais provável que reflitam sobre os detalhes de um caso. A maioria das pessoas pesquisadas teria um caso com alguém que conhece.

  1. 27% dos homens pesquisados iriam com uma amiga ou colega de trabalho.(12)
  2. 28% das mulheres, se estivessem infelizes, buscariam o conforto de um amigo.(15)
  3. 15% das mulheres pesquisadas iriam com um colega de trabalho.(12)
  4. 17% das mulheres trairiam com o seu chefe.(12)
  5. 35% dos pesquisados (ambos os sexos) traíram enquanto faziam negócios.(16)
  6. Em outra pesquisa, 88% dos homens disseram que a aparência das suas amadas era irrelevante, sugerindo mais uma vez que tem mais coisas na traição do que apenas sexo.(8)

A história da infidelidade e a condição humana

Nós precisamos redefinir como os relacionamentos funcionam. Neste mundo moderno, estamos vivendo mais, o que significa que estamos amando por mais tempo.(17)

A monogamia é um conceito relativamente moderno na história mundial. Os humanos do paleolítico e as primeiras culturas indígenas eram promíscuos, pois sua sobrevivência dependia disso. Eles eram comunais, compartilhando recursos econômicos e conjuntos de habilidades para o benefício da comunidade.(9) As crianças de uma mulher podem ter pais diferentes, mas todas eram criadas juntas.(9)

Antes da colonização europeia, as comunidades indígenas eram abertas quanto a sexo e amor. A poligamia, o sexo pré-conjugal, casos extraconjugais e até o incesto não eram julgados. O casamento não era sempre uma coisa para sempre, e as pessoas mudavam de parceiros com facilidade e sem julgamentos. Casamentos abertos eram comuns. Os romanos, os gregos clássicos, as culturas asiáticas, as comunidades tribais africanas e sul-americanas praticavam o amor fora do leito conjugal.(9)

Os homens casados sempre tiveram a permissão social de ter casos, e as suas esposas tinham um recurso muito baixo.(18) As mulheres, especialmente no final do século XIX e começo do século XX, sempre eram encorajadas a se casar. Mas com a ascensão dos direitos das mulheres, controle de natalidade e independência econômica, as mulheres descobriram que a vida de casada era um pouco chata. Donas de casa solitárias sempre estiveram procurando por algo a mais, e as esposas que traem têm sido parte do nosso tecido social. Ter um caso não é mais um jogo só de homens.

A psicoterapeuta Esther Perel observou que desde os anos 1990, o percentual de mulheres casadas que traem aumentou em 40%(8) O percentual de homens permaneceu o mesmo. As mulheres estão gostando da sua sexualidade e da sua independência e percebendo que podem garantir a sua felicidade.

Atitude em outros países

Parece que a atitude em relação a ter um caso está mudando.

Ao redor do mundo, as atitudes em relação à infidelidade não são iguais. Muitas culturas, como o Japão, veem casos como parte da vida cotidiana. Convencionalmente, os norte-americanos tendem a ver os relacionamentos monogâmicos de duas pessoas como a única forma aceitável de agir. Contudo, isso também está mudando.

Europa

Em muitos países europeus, ter um caso é bem comum.

Na Finlândia e outros países do norte da Europa, "relacionamentos paralelos" são discutidos antes e durante o casamento, e o casamento ainda é ua instituição altamente considerada.(19) Perto de 50% das pessoas casadas na Dinamarca já tiveram um caso, e alemães, franceses e italianos são muito abertos quanto à infidelidade.(20)

Na França, "le cinq à sept", a hora da amante(19), é a hora do dia quando os homens casados encontram as suas amantes. Mais da metade dos franceses nas relações - 55% dos franceses e 32% das francesas admitiram ter um caso.(21) Eles veem os casos como novas experiências sexuais.(21)

Japão

O Japão sempre foi aberto ao sexo. A cultura do Japão baseia-se no xintoísmo e no budismo, que têm atitudes abertas quanto ao sexo.(22) O sexo é um prazer, e quem trabalha com sexo é comum.(23) Sexo e casamento não são a mesma coisa(23), e podem ser desfrutados separadamente.

É o desejo pelo sexo e a insatisfação com as vidas sexuais domésticas que veem 55% das mulheres e 51% dos homens no Japão participantes da pesquisa Ashley Madison.(22) E a culpa não é parte da psique deles - das 3.500 pessoas pesquisadas por Ashley Madison, 8% dos homens e 2% das mulheres se sentiram mal.(22)

Canadá e os Estados Unidos

Ainda se trata de um tópico proibido nos dois maiores países da América do Norte. Como são países jovens baseados nos valores europeus, infidelidade ainda é um palavrão.

Julianne Maslabbey, terapeuta de casais e familiar, diz que as pessoas têm casos por causa do estresse (alguém fora do casamento com quem falar).(24) Mais homens têm casos do que mulheres, pois as mulheres são as cuidadoras principais das crianças e do lar, então a atenção delas está em outro lugar - ATÉ que as crianças estejam mais independentes, quando finalmente as mulheres podem dar mais atenção a si mesmas, e se precisarem, encontrar a felicidade em outro lugar.

Índia

As coisas estão começando a mudar na Índia, à medida que mais e mais pessoas estão aceitando ter casos.(25) Casamentos arranjados já foram a norma, pois o casamento significava que a pessoa seria aceita na sociedade. Mas à medida que as atitudes mudam, os homens casados homens casados e as mulheres casadas estão se expressando através do sexo fora de casa.(25)

Assim como com pessoas em todos os lugares, as necessidades físicas e emocionais são os principais motivos para se afastar.(25) Uma pesquisa de Ashley Madison mostrou que 76% das mulheres indianas e 61% dos homens não pensam que a infidelidade seja algo errado.(29)

Diferentes tipos de infidelidade

Há muitos tipos de infidelidade - desde um flerte inocente até o sexo - e tudo que está no meio. E como um casal lida com isso depende dele.

A infidelidade não é só sexo. Ela pode assumir muitas formas. A infidelidade começa com uma conexão e pode se tornar algo mais, que pode ou não ser aceitável à pessoa ou seu parceiro.

A infidelidade é o que sai do que você e o seu parceiro esperam do seu relacionamento. Então, se beijos importarem, se emoções importarem, ou se não importarem, isso quem tem que definir é você e seu parceiro.

    Esses são os tipos mais comuns:
  1. Infidelidade sexual

    É nisso que todo mundo pensa quando um caso é mencionado - fazer sexo com outra pessoa que não é o seu parceiro. Isso pode ser uma autodescoberta, uma necessidade de amor, e pode durar uma noite ou anos.

  2. Beijar

    Sim, beijar um amigo (ou desconhecido) também pode ser infidelidade, apesar de não parecer. Você briga com o seu parceiro, e por causa de frustração e necessidade, acontece um beijo roubado entre você e um colega de trabalho ou amigo.

  3. Mensagens de texto/sexo por texto - o caso cibernético(10)

    As mídias sociais e a internet nos dão a chance de ter um caso. Textos, mensagens picantes, vídeos e a inteligência artificial são parte do arsenal usado para ter um caso. Sites como Ashley Madison oferecem a oportunidade para um caso.

    Usar essas ferramentas nos dá tanto conexão sexual quanto emocional com pessoas do nosso passado ou presente. E, apesar de muitas dessas conexões não resultarem em sexo, é aquela paquera, aquela conexão que pode causar problemas.

  4. Fantasias

    As fantasias podem assumir muitas formas. Fantasiar sobre sexo com um estranho ou alguém de quem você está a fim é bem normal e realmente não deveria ser visto como infidelidade. Contudo, os sentimentos da pessoa amada têm que ser considerados.

  5. Casos emocionais

    Às vezes, uma amizade se transforma numa conexão emocional ou romântica, onde conversas e uma conexão são mais profundas do que o que você tem com o seu parceiro. Não precisa haver sexo, pois as emoções, a intimidade, o segredo podem machucar o parceiro de alguém e podem ser vistos como infidelidade.(10)

  6. Segredos - não toda a verdade

    Todos nós às vezes mentimos e deixamos intencionalmente informações sem dizer. O segredo também pode representar uma infidelidade - quando mentimos sobre o que estamos fazendo, ou quando escondemos a verdade sobre uma amizade que temos.(10)

  7. Microtraição

    A microtraição é um fenômeno novo, e é um pouco difícil de se definir. Bem, é quase uma infidelidade, uma pseudo-infidelidade. Pode parecer inofensivo para a pessoa que faz, mas o parceiro pode ver de outra forma. Parece com algo que uma pessoa que está tendo um caso faria, mas sem intimidade.(30) É empurrar os limites, ter afeto com alguém que não é o seu parceiro. É fazer você se parecer o melhor para essa pessoa. É fazer piadas, sorrir ou rir com esse alguém

    Está alcançando o seu passado nas mídias sociais. São piadinhas particulares, nomes secretos no seu telefone, minando o seu relacionamento com o seu parceiro. Resumindo, é colocar o seu parceiro em segundo lugar.

Conclusão

Trair é ruim? Nem sempre. Há motivos para trair, e não podemos julgar o que não podemos ver por trás das portas fechadas. Pouquíssima coisa neste mundo é preto no branco.

Casos são complicados. A maioria das pessoas diz que não concorda em trair, mas o volume de pessoas traindo conta uma história diferente. Desde 2002, mais de 53 milhões de membros em todo o mundo recorreram ao site ashleymadison.com para encontrar um parceiro para ter um caso. Muitos desses traidores se conectam discretamente usando aplicativos de encontros de casos especializados. Trair pode ser muito mais complicado do que alguns pensam.

Trair normalmente não se trata da outra pessoa. Trata-se de quem trai, trata-se do que está faltando no seu relacionamento, do que está faltando na pessoa.(18)

Referências:

  1. Five Things You May Not Know About Infidelity, Reader's Digest Best Health
  2. https://www.dictionary.com/browse/infidelity
  3. https://www.collinsdictionary.com/dictionary/english/infidelity
  4. https://en.oxforddictionaries.com/definition/infidelity
  5. https://en.wikipedia.org/wiki/Infidelity
  6. https://en.wikipedia.org/wiki/Cheating
  7. https://en.wikipedia.org/wiki/Adultery
  8. Why People Cheat: 12 Differences Between Men and Women, Terri Coles - The Huffington Post
  9. 10 facts about infidelity, Helen Fisher - TED guest author
  10. Seven Types of Infidelity Affairs
  11. A popular website for married people seeking affairs revealed why people cheat — and it isn't just about sex, Shana Lebowitz
  12. Survey Reveals why Men and Women have Secret Affairs, Sarah Young
  13. Sex, intimacy and friendship: Ashley Madison survey reveals why people cheat, Mary Bowerman - USA Today Network
  14. Why Happily Married Men Cheat on Their Pregnant Wives, Blake Harper
  15. One of the world's largest affair websites with more than 56 million members has revealed how and why people cheat, Rosie Fitzmaurice - Business Insider
  16. Infidelity Statistics 2017: Why, When, and How People Stray
  17. My Cheating Heart: What Causes Infidelity, Alyssa Siegel - Psychology Tomorrow
  18. Overlooked reasons why people in happy relationships still cheat, Ari Patel
  19. The recipe for happiness? An enduring marriage and an affair with lots of sex, Catherine Hakim - The Telegraph
  20. Adultery: Which countries are most unfaithful?, Nicola Bartlett
  21. In France, lots of people cheat on their spouses - but that's not necessarily a problem, Dennis Green
  22. How Ashley Madison Pulled Back the Curtain on Japan's 'Infidelity Economy'
  23. Here's what Japanese men and women think about cheating, Evie Lund
  24. Canadians and infidelity study, Radhika Santhanam
  25. Marriage, morality and more
  26. Married dating: past and present
  27. Relationships in the age of Polyamory
  28. Polyamory dating guide
  29. Most Indians feel infidelity not a sin: Survey
  30. Here's How to Know If You're Micro-Cheating, Mel Evans And Jessica Goodman

Traduções:

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